A educação inclusiva foi o tema mais debatido no segundo dia do II Congresso Ibero-americano de Deficiência Intelectual, que acontece até a quinta-feira (15), na Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória. Hoje o doutor Carlos Afonso e a mestre Fabiana Oliveira colocaram o novo papel do professor nesse contexto a partir das experiências brasileira e portuguesa. O levantamento de ideias deu aos participantes um novo ponto de vista sobre o assunto.
O dia começou com a explanação do doutor Gerardo Mejia sobre o direito à saúde. "É preciso entender a saúde em um contexto global. Deficiência não é doença, mas uma condição de vida. Não devemos focar somente na cura, mas na quebra de barreiras sociais, físicas e ambientais", disse. De acordo com ele, 70% das pessoas com deficiência estão em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. Destes, somente 2% tem acesso }á reabilitação e ao serviço básico de saúde.
Em seguida, Blanca Núñez falou da complexa relação da pessoa com deficiência, sua família e o seu professor, tema do seu livro, que foi lançado no congresso. Houve sessão de autógrafos para os participantes que adquiriram a obra. Ela pode ser encomendada por R$ 15,00 pelo telefone 3223-7035.
No final da tarde, a mestre Patrícia Bollini falou da abertura do mercado de trabalho para as pessoas com deficiência. O evento foi encerrado às 18 horas.
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